Esses são os 13 erros que impedem você de um bom resultado no LinkedIn

Flavia Gamonar

Nos últimos anos, pude atender milhares de pessoas em treinamentos e consultorias. Muitos delas tinham como foco trabalhar estratégias no LinkedIn para que o profissional em questão se destacasse e se conectasse com as oportunidades profissionais que queria.

Os perfis atendidos foram vários: pessoas que queriam ampliar suas chances de conseguir emprego, executivos que queriam ser vistos como referência em sua área e até serem escolhidos influencers na plataforma, profissionais que queriam gerar mais negócios e, até quem estivesse completamente inclinado em apenas conseguir seguidores no LinkedIn.

Em um desses atendimentos eu ouvi de um executivo: “não importa o que eu precise fazer, eu quero ter muitos seguidores”.

Como o meu trabalho não tem essa finalidade, já que acredito que o crescimento do número de seguidores é apenas consequência de um bom trabalho, tentei explicar que não era o melhor caminho e o orientei adequadamente, mas a verdade é que depois que faço meu trabalho não tenho mais controle do que a pessoa vai realmente fazer.

Gosto de sempre deixar claras todas as consequências que uma estratégia errada pode gerar para a imagem daquele profissional. Alguns não se importam muito e até apelam para atitudes não muito honestas. Há alguns anos eu tive um cliente que depois de receber toda a orientação, aplicá-la e ter sucesso, quis mais e mais rápido. Ele não mediu esforços em criar perfis fakes (muito bem elaborados) para que a cada vez que ele publicasse algo imediatamente recebesse endossos positivos pela postagem. Assim ele sempre parecia incrível para a rede e outras pessoas pegavam carona nos elogios, Chocante, né? Eu, que o acompanhava diariamente, notei a estratégia, mas infelizmente muitas pessoas não conseguiram perceber isso.

Hoje eu atendo muitos executivos e até treino agências que cuidam da estratégia de conteúdo deles. Por também gerar muito conteúdo em meu próprio perfil desde 2015, ter alcançado quase 1.200.000 de seguidores e estudar muito o assunto, mapeei os 13 erros que mais que impedem você de ter bons resultados no LinkedIn. Confira quais são eles.

Erro 1: usar automação de marketing

Existem ferramentas que podem automatizar ações em redes sociais. Isto é, elas podem fazer com que você siga mais pessoas do que conseguiria fazer manualmente, envie mensagens em quantidades massivas e até consiga mais seguidores. O grande problema é que elas não são permitidas no LinkedIn.

A plataforma consegue detectar volumes de interações que não seriam possíveis para um humano. E o que acontece? O perfil é bloqueado ou até mesmo banido. Em muitos casos ele se torna um zumbi, a pessoa perde o acesso da conta. Já vi contas com mais de 100 mil seguidores ficarem inacessíveis por conta de um uso inadequado.

contrato do usuário cita no tópico 8.2 o que não é permitido no LinkedIn, dentre eles, “usar bots ou outros métodos automatizados para acessar os serviços, adicionar ou baixar contatos, enviar ou redirecionar mensagens” e, ainda, “interferir na operação ou colocar uma carga excessiva nos serviços (por exemplo, spam, ataque de negação de serviço, vírus, algoritmos de jogos).” Portanto, cuidado.

Networking é tailormade, é relacionamento, é personalização. Não caia na cilada de tentar escalar isso de maneiras pouco efetivas e arriscadas.

Podemos considerar também que, mesmo não usando ferramentas como essas, algumas ações precisam ter sua quantidade limitada se você não quiser correr o risco de perder seu perfil ou mesmo de manchar a “reputação interna” dele. Sua conta do LinkedIn pode sofrer uma restrição temporária de envio de convites se os usuários denunciarem convites como spam, por isso não é legal sair enviando convites de maneira aletória.

O Linkedin tem limites de convite em vigor para proteger a experiência geral de seus membros e garantir que eles recebam apenas solicitações relevantes. A conta do LinkedIn pode ser temporariamente impedida de enviar convites para pessoas se você enviar muitos convites em um curto espaço de tempo e se muitos de seus convites foram ignorados, deixados pendentes ou marcados como spam pelos destinatários.

Todos os membros do LinkedIn estão sujeitos a limites e restrições de convite e você não pode comprar ou adquirir mais convites enquanto estiver restrito. O Suporte do LinkedIn não pode divulgar nenhuma informação adicional sobre o tipo ou motivo da restrição de convite em sua conta, caso aconteça.

Ah, cabe lembrar que o limite de conexões é de 30 mil e é justamente ai que vem o segundo erro que quero comentar a seguir.

Erro 2: almejar ter rapidamente muitas conexões (e até chegar logo ao limite de 30 mil)

Diversas vezes vi pessoas comemorando a chegada ao limite de 30 mil conexões no LinkedIn, como se fosse sinônimo de uma grande conquista ou de realmente ter construído uma rede relevante. A verdade é que, quando alguém está pensando apenas em números, acaba enviando ou aceitando muitos convites sem critério algum. Isso pode até trazer números, mas não significa que fazendo isso você vai conquistar seus objetivos profissionais na rede. Em minha consultoria tenho meu próprio método em relação a isso, a partir de teorias que estudei em disciplinas do período que cursei doutorado na área de mídia e tecnologia e de testes que fiz.

Sem critérios, você pode acabar levando para rede pessoas que não se importam com o que você produz e que nunca interagem com você. Gente que não sabe muito sobre você, que não vai endossá-lo em competências ou enviar uma recomendação.

Considerando que praticamente tudo que fazemos em nosso perfil pode ser percebido pela plataforma, trazer para sua rede pessoas que não sabem muito bem como foram parar ali pode levar a ações negativas, por exemplo: seu conteúdo ser mais denunciado ou ocultado e pessoas deixarem de seguir você. Já parou pra pensar que esses comandos negativos podem levar a possíveis penalizações de seu perfil ou conteúdo gerado? Isso não está escrito oficialmente em nenhum lugar do LinkedIn, mas ao entender mais sobre o que o algoritmo valoriza na rede (divulgado pelos próprios engenheiros do LinkedIn no blog da plataforma), vemos que a reputação e força do perfil podem ser um critério para que seu conteúdo tenha mais ou menos alcance.

O que fazer então? Parar de perseguir números. Não se conectar com qualquer pessoa apenas para ter logo o máximo de conexões, porque isso não significa nada. Muita gente acaba fazendo isso para forçar uma meta, já que depende dela ficar enviando convites.

Procure construir uma rede relevante, tenha critérios ao adicionar e aceitar pessoas. Menos pode ser mais, porque será mais fácil se relacionar e interagir com essas pessoas, um dos aspectos que a rede valoriza em nosso perfil. Além disso, lembre-se de que você não precisa necessariamente se conectar com todo mundo, nem aceitar todos os convites. É possível apenas seguir uma pessoa, sem ser uma conexão de primeiro grau. Ao seguir, o LinkedIn entende que você se interessa pelo conteúdo dela, assim, tudo que essa pessoa publicar na rede poderá ser vista por você. Inclusive, é possível trocar seu botão conectar para o botão seguir, mas só recomendo isso em algumas situações (e isso eu analiso na consultoria, pois envolve algumas coisas).

Procure construir uma rede relevante, tenha critérios ao adicionar e aceitar pessoas. Menos pode ser mais, porque será mais fácil se relacionar e interagir com essas pessoas, um dos aspectos que a rede valoriza em nosso perfil. Além disso, lembre-se de que você não precisa necessariamente se conectar com todo mundo, nem aceitar todos os convites. É possível apenas seguir uma pessoa, sem ser uma conexão de primeiro grau. Ao seguir, o LinkedIn entende que você se interessa pelo conteúdo dela, assim, tudo que essa pessoa publicar na rede poderá ser vista por você. Inclusive, é possível trocar seu botão conectar para o botão seguir, mas só recomendo isso em algumas situações (e isso eu analiso na consultoria, pois envolve algumas coisas).

Conheço pessoas que chegam a ficar bravas quando não são aceitas por alguém, mas a verdade é que não dá mesmo para fazer isso com tudo mundo, pois existe um limite.

Quando alguém não sabe sobre esse limite ou insiste em fazer isso, chega ao cenário em que não pode mais aceitar ninguém. Aí, será preciso remover manualmente, um a um. E, no desespero, muita gente acaba criando um novo perfil no LinkedIn, que além de tornar muito mais difícil e confusa sua estratégia, pode inclusive prejudicar sua conta. E é aí quem vem o terceiro erro.

Erro 3: ter mais de um perfil no LinkedIn

Muita gente não sabe que de acordo com o contrato do usuário, o LinkedIn diz que “você terá apenas uma conta no LinkedIn, que deve estar em seu nome real”. Ou seja, além de ter uma conta só, ela precisa estar em seu nome. E ainda que fosse permitido, ter mais de uma conta não é nada legal em relação à sua imagem.

Imagine alguém digitando seu nome na busca e ficando confuso sobre qual dos perfis seguir ou se conectar?

Se você precisa criar um perfil para uma empresa, então na verdade estamos falando de uma Linkedin Page, cuja estrutura é diferente de um perfil. Lembre-se, o perfil é para pessoa física.

Alias, dica adicional. Para que sua estratégia de conteúdo funcione bem, não deixe de completar ao máximo seu perfil com foto, título, resumo, experiência profissional e competências. Ao deixar de fazer isso o LinkedIn terá pouca informação sobre você. Quanto mais dados valiosos, melhor, mais ele vai saber com quem conectar você no dia a dia de conteúdo. Além disso, ter conta premium pode fazer seu perfil ser visto 7x mais.

Erro 4: emprestar sua conta para “dar voz a outras pessoas”

Já vi isso acontecer algumas vezes e, apesar de não ter ficado sabendo de nenhuma penalização, essas pessoas correram um grande risco. O contrato de usuário do LinkedIn cita, no tópico 2.2, o seguinte, “você manterá sua senha em segredo. Você não compartilhará uma conta com ninguém e seguirá nossas regras e a lei”. Cita ainda que “os membros são titulares de contas, devem usar uma senha forte e mantê-la confidencial, não transferir nenhuma parte de sua conta (por exemplo, conexões) e seguir a lei e a lista de O que fazer e Não Fazer e Políticas da Comunidade Profissional. O usuário é responsável por qualquer coisa que aconteça por meio de sua conta, a menos que ela seja fechada ou relatado o uso indevido”.

Por isso, na tentativa da boa ação de emprestar seu perfil para outras pessoas publicarem por você e ganharem voz, você pode ter problemas com sua conta.

Erro 5: só compartilhar posts e nunca produzir nada autoral

O peso de um conteúdo produzido de forma autoral por você é muito mais interessante e propenso ao engajamento que o compartilhamento de conteúdo ou links de outras pessoas e sites. Se você quer ser lembrado, se deseja que as pessoas entendam melhor quem você é, se quer construir uma relação de confiança e ser visto como especialista em sua área, nada melhor que também apostar em conteúdo próprio.

Vejo isso acontecer com muita frequência em diversos perfis, nem sempre as pessoas estão dispostas ou sabem como criar conteúdo na rede. Além disso, muitas acreditam que compartilhar basta e que disseminar o conteúdo da página da empresa em que atua o tempo todo será importante e capaz de mostrar que essa pessoa veste a camisa da empresa.

Mas, pode reparar: conteúdo compartilhado costuma ter um alcance e um engajamento muito menor que o conteúdo autoral. Ao compartilhar algo, procure no mínimo incluir sua visão e comentários em cima, mas não passe a vida toda apenas compartilhando se você quer resultados verdadeiramente expressivos.

Erro 6: só postar e compartilhar conteúdo excessivamente técnico

A missão do LinkedIn é tornar os profissionais mais bem-sucedidos e produtivos. Isso quer dizer que não estamos em uma rede em que só podemos falar de trabalho ou sobre vagas de emprego. O LinkedIn é sobre networking, marca pessoa, conteúdo e negócios também. E sempre que você produzir algo que ninguém mais poderia ter produzido, vai ter mais chances de sucesso do que se passar a vida toda só compartilhando conteúdo extremamente técnico.

O técnico tem vez também, mas costuma impactar e engajar absurdamente menos. Por que não postar também bastidores, conselhos, histórias, dicas e até alguns toques de sua vida pessoal que tenham alguma conexão com o mundo do trabalho e possam inspirar outras pessoas?

Conteúdo técnico em forma de tema chato, nada didático e ainda usando uma imagem nada interessante, fria, de banco de imagem, é a receita para um resultado péssimo.

Garanta que qulquer pessoa entenda o que você está falando. Ao nichar ou ser muito técnico, apenas uma quantidade bem restrita de pessoas verá seu conteúdo.

Queremos ver mais sobre você! Queremos também ver seu rosto! Imagens com rostos humanos engajam 70% mais. Ou seja, sempre que você puder evitar ilustrações, melhor.

Imagens de banco de imagens até podem ser legais para artigos, mas evite aquelas que não dizem nada ou que trazem cenas de pessoas perfeitas que nem traços de brasileiros têm, sabe?

Erro 7: postar o que é relevante só para os funcionários da empresa

Há quem poste ou compartilhe conteúdo apenas relacionado ao universo da empresa em que atua. Isto é, assuntos que teriam um uso melhor em ações de endomarketing do que publicados para todo mundo no perfil, sabe? É claro que as pessoas que trabalham na empresa são importantes e podemos criar conteúdo direcionado para elas mesmo de forma pública no LinkedIn (eu inclusive recomendo ter isso em sua produção), mas só fazer isso poderá soar que você não se importa em compartilhar nada diferente. É como se você estivesse querendo apenas aparecer o tempo todo e ignorando outras pessoas que não tem a ver com aquele assunto.

Do ponto de vista trabalhar a marca e mostrar que as iniciativas da empresa são bacanas, vai ser legal. Entretanto, tenha cuidado para não ser a pessoa que se direciona a apenas um público, já que no LinkedIn você alcança pessoas diferentes, isso porque quando publica algo, impacta também quem nào seguia você ainda. Isso acontece por conta do efeito downstream, como se fosse um efeito cascata: quando uma pessoa interage em um post seu, parte da rede dela também verá seu post.

Por isso, por mais que você se blinde em relação a quem se conecta, todo conteúdo publicamente de forma pública poderá chegar a perfis muito diversos.

Erro 8: tentar vender o tempo todo

Na ânsia por gerar negócios um dos erros mais frequentes no LinkedIn é falar apenas sobre os produtos e serviços da empresa e/ou tentar vender o tempo a partir de publicações com ofertas diretas. A verdade é que é possível gerar negócios indo por outro caminho: criando conteúdo relevante que trabalhe curiosidades, dúvidas frequentes, soluções, objeções sobre aquele universo do produto ou serviço. Ao fazer isso você estará sendo relevante para a rede, educando o mercado e se aproximando de pessoas que nunca teriam digitado de forma direta e intencional o nome daquele produto ou empresa. Por isso, não queira vender o tempo todo, aposte em conteúdo relevante.

Um dado do LinkedIn destaca que as pessoas podem consumir em média 10 peças de conteúdo antes de fechar um negócio. Isso significa que será preciso construir confiança e presença primeiro, porque é muito mais fácil fazer negócios com quem conhecemos e confiamos.

Vale também considerar que é bacana compartilhar e falar sobre coisas que sejam úteis e ajudem outras pessoas, especialmente porque a pandemia trouxe situações muito difíceis para muita gente.

Erro 9: postar e sumir ou ser completamente inacessível

Se você quer resultados expressivos, será preciso dedicação e presença. Publicar algo e sumir por duas semanas e nunca ver mensagens e notificações é o caminho para que as pessoas não se empolguem ou desistam de você.

Se você quer fortalecer sua marca pessoal na rede, precisa, dentre várias coisas, se preocupar em ser presente e relevante. As pessoas que postam e somem não conseguem construir isso.

Outros são sempre muito inacessíveis. Nunca respondem a nenhuma interação ou mensagens privadas. Cuidado com isso!

Erro 10: menosprezar audiências não estratégicas

Se você almeja crescer na rede, ser mais visto e mais seguido, uma boa estratégia envolve ampliar os temas abordados. Quem escreve e se direciona o tempo todo apenas para um público estratégico está deixando de lado uma parcela importante de gente que nunca vai comprar nada de você, nem te contratar, mas vai dar alcance e insights para seus posts.

Além disso, suponha, por exemplo, que você é um treinador sobre liderança e que um dos temas que você aborda nesse trabalho é sobre as características de um líder tóxico. Que tal produzir um artigo de valor direcionado a quem realmente sofre com isso no dia a dia (os funcionários), não apenas focando em quem contraria você para aquilo (a gestão)? Você certamente terá muito mais feedback das pessoas e vai acabar chegando ao público estratégico por consequência.

Erro 11: só valorizar números e avaliá-los friamente para considerar que seu conteúdo teve sucesso

Eu conheço muita gente que persegue os números de uma maneira quase doentia. Chegam a ficar mal se o post que acabaram de fazer teve 10 curtidas a menos que o anterior. A verdade é que, para que seu conteúdo tenha sucesso, será preciso considerar uma série de fatores. E, mesmo que você os tenha considerado, dependendo do tema vai acabar atingindo menos pessoas mesmo. E tudo bem. Às vezes, seu conteúdo era mais nichado e alcançou cinquenta pessoa estratégicas para você, veja como isso é legal. Na minha consultoria eu destaco todos os fatores que influenciam nesse resultado.

Muita gente na rede tem perfil “watcher”, isto é, está sempre vendo, mas não tem o hábito de interagir em nada. Seja para não gerar rastros (histórico público) ou por falta de costume mesmo. Além disso, a contabilização de visualizações é diferente entre os formatos; um view em vídeo, por exemplo, é contabilizado após a pessoa assisti-lo por 3 segundos ao menos e eles são visitantes únicos. Já a contabilização de view em um artigo, envolve um clique a mais para ler e descer a rolagem toda, sinalizando para a plataforma que o conteúdo foi lido, ai sim é contabilizada a visualização.

Comece a medir o resultado de sua estratégia considerando outras métricas, além de visualizações e curtidas. Que tal valorizar quem mandou uma mensagem elogiando ou quem foi realmente impactado por sua mensagem e depois de alguns dias entrou em contato?

Erro 12: colocar-se em um pedestal

O sujeito que está sempre acima de todo mundo e parece perfeito, longe de qualquer falha ou fracasso, não vai se conectar tão bem com outras pessoas. É sobre aquela pessoa que parece estar sempre certa, que quer impor, que não ouve. Que consegue transmitir arrogância desde a foto do perfil até os comentários que deixa. Essa atitude com certeza vai impedir você de crescer na rede.

Entretanto, se na vida real você é realmente assim, não vai adiantar maquiar a estratégia em seu perfil, porque quando virem você pessoalmente vão se frustrar por encontrar alguém que na internet era amável, mas pessoalmente um verdadeiro cão.

Erro 13: querer grandes resultados, mas se dedicar ou se envolver pouco

O último erro frequente que quero comentar é sobre pessoas que almejam grandes resultados, mas estão dispostas a muito pouco.

Já atendo executivos que queriam terceirizar completamente tudo. No mercado, é normal que alguém produza conteúdo por eles, por conta de uma agenda difícil. Entretanto, se não tiver o mínimo de envolvimento do profissional, o conteúdo não vai ter a cara dele e soará frio e desconectado.

Conheço quem almeje um dia ser considerado um influenciador, por exemplo, mas esteja disposto a muito pouco. Sem se envolver de verdade e sem no mínimo conhecer como as coisas funcionam no LinkedIn, suas chances serão absurdamente menores. Para ser um líder de pensamento verdadeiro é preciso coragem e dedicação, é sobre estar na arena, liderando, trazendo tendências, interagindo e criando conteúdo que se conecte de verdade com as pessoas. Se não for assim, melhor se contentar com resultados medianos mesmo.

Se você gostou desse artigo, deixe um comentário! Você conhece pessoas que já cometeram alguns desses erros? O que mais você acrescentaria à lista?

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